terça-feira, 3 de junho de 2014

Encarando a dor da existência

O homem evoluiu e transformou o ambiente, trazendo conforto material e angústia na alma. As instituições criadas (igreja, escola, etc etc), capitalismo e as benditas normais sociais nos escravizam todos os dias. Porém se tudo isso não existisse, eu não poderia fazer críticas agora, eu não teria consciência reflexiva. Como eu falei no post anterior, deveríamos saber equilibrar mente e corpo (e algumas pessoas conseguem), mas é uma tarefa bem difícil quando se está nesse mundo cheio dos mais diversos tipos de energia e de situações. Eu acredito que a consciência exista independente do corpo, então o suicídio seria apenas se livrar do corpo e continuar com os mesmos problemas na consciência, seria tipo perder um bônus, já que o corpo oferece prazeres, e isso não tem a ver com espiritismo, digo isso porque é o que eu sinto. Eu não me sinto como uma jovem mulher apenas, sinto que sou integrante do universo, claro, com minhas limitações e imperfeições. Então, já que estamos aqui, vivendo, vamos tornar essa existência menos dolorosa, tentando viver de uma maneira mais leve, dando atenção aos nossos sonhos, entendendo que erramos sim, sempre vamos errar mas devemos nos perdoar e tentar de novo de uma maneira melhor. Coisas ruins existem e acontecem às vezes, posso chorar e ter raiva, mas depois chega não é? Sou maior que isso. Usando o verbo "dever", devemos isso, devemos aquilo, parece que quero impôr comportamento, mas isso não é verdade, estou na verdade falando de mim mesma, da minha visão de mundo. Cada um vive como acha que deve, fazer da vida um passatempo, essa é a minha forma de encarar a dor da existência.


Obs: Não vou alinhar o texto, vou deixar tortinho mesmo, nem deveria justificar isso mas quis.

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